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Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Municipais de Ciência, Tecnologia e Inovação Estudo indica novas perspectivas para a economia do município de Recife; recomendações focam três cadeias tecnológicas distintas
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Ter, 13 de Setembro de 2011 11:38

Estudo indica novas perspectivas para a economia do município de Recife; recomendações focam três cadeias tecnológicas distintas

Após uma análise da economia de Recife com base em metodologia especificamente desenvolvida, o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) identificou prioridades em três cadeias produtivas capazes de impulsionar o ambiente tecnológico do município. O resultado, publicado recentemente, reuniu conclusões e recomendações sobre as indústrias de equipamentos elétricos, eletrônicos e aparelhos médico-hospitalares; farmoquímica, farmacêutica e rádio-fármacos; e criativa, de manifestações culturais e entretenimento.

O estudo Inovações tecnológicas em cadeias produtivas selecionadas – oportunidades de negócios para o município de Recife (PE) surgiu de uma demanda da Prefeitura do Recife junto ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O objetivo de realizar o diagnóstico dessas cadeias é contribuir para a dinamização econômica do município, indicando propostas de oportunidades de negócios que podem ser estimuladas a partir da criação de um ambiente baseado na inovação. 

O secretário de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Social de Recife, José Bertotti, afirma que a chegada de grandes empreendimentos industriais e de infraestrutura levou a um olhar aprofundado sobre as potencialidades e gargalos locais. “Em muitas dessas áreas ainda não temos tradição ou know-how”, analisa. Para Bertotti, as iniciativas a serem tomadas a partir do estudo do CGEE poderão abrir novas perspectivas na educação, na formação profissional e no mercado de trabalho do município. 

MetodologiaPara realização do estudo, o CGEE constituiu uma equipe formada por Sérgio Buarque, da Multivisão – Planejamento Estratégico e Prospecção de Cenários, e com diversos consultores (ver ficha técnica abaixo), que desenvolveram uma metodologia específica que analisasse o potencial da economia de Recife e as oportunidades de negócios em cadeias produtivas selecionadas. Para o diretor executivo do CGEE e supervisor do estudo, Marcio Miranda, a metodologia se destaca pela importância que oferece à articulação de atores. “Nos preocupamos em criar uma linha de compartilhamento de informação e em formar redes de contatos”, reforça.

Primeiramente, realizou-se uma análise da economia atual de Recife, abordando setores com participação no crescimento da economia local. Com a ajuda de critérios de seleção como a densidade de conhecimento do setor, sua importância econômica, sua capacidade de inovação, seu potencial de interação com novos investimentos e sua exposição à concorrência externa, foi possível identificar as quinze cadeias produtivas locais mais contundentes.

Das quinze cadeias identificadas, o estudo abordou inicialmente três setores: a indústria farmoquímica que concentra a produção de princípios ativos, insumos farmacêuticos, reagentes, hemoderivados e rádio-fármacos; a indústria de eletrônicos que reúne diversas subcadeias, ancoradas na produção de equipamentos eletroeletrônicos, incluindo aparelhos médico-hospitalares e a indústria criativa, responsável pela produção das manifestações culturais, como o cinema, a música, a animação e os jogos virtuais, mantendo forte integração com o segmento de tecnologia da informação.

Como parte da metodologia, foram realizadas entrevistas com instituições tecnológicas, empresários e agências de fomento, além de uma consulta estruturada que envolveu mais de 300 especialistas em C&T. A ideia era compor, junto com as informações de bases de dados e referências na literatura existente e levar esses resultados técnicos para debates em oficinas realizada no curso do estudo. Esses eventos reuniram pesquisadores, especialistas e empresários de Recife e do país para debaterem as questões apresentadas. O resultado foi um conjunto de recomendações para o município como um todo e também para cada cadeia produtiva em destaque.

A coordenadora do estudo junto ao CGEE, Liliane Rank, afirma que a metodologia desenvolvida pelo Centro para elaboração desse estudo do município de Recife tem potencial para ser aplicada para outras cidades. "Com a identificação das oportunidades de negócios e inovação associados ao potencial local o governo pode direcionar seus instrumentos de apoio de forma mais eficaz, aplicando o recurso público naquilo que trará dinamismo para a economia local e benefícios sociais", analisa. "É uma aposta estratégica", conclui a assessora.

Do global para o local

Pela primeira vez, o CGEE trabalhou com apontamentos direcionados especificamente para um município. Marcio Miranda explica que o Centro procura acompanhar as tendências de descentralização que avançam no país. “Isso demonstra que a inovação está ganhando espaço entre governantes municipais”, ressalta o diretor.

Apesar de ser um trabalho realizado em esfera municipal, Miranda aponta a preocupação do grupo de trabalho envolvido em trazer a participação de atores estaduais e federais para contribuir com os resultados. Também houve a colaboração de especialistas com informações sobre o mercado global, com o intuito de compreender as mudanças econômicas que acontecem no mundo para que fosse possível a criação de ações que permitam ao município de Recife se inserir no mercado internacional.

O estudo mostrou que a base de ciência, tecnologia e inovação de Pernambuco, da qual a parte central se concentra em Recife, conta com pesquisadores e centros de excelência do Nordeste, mas continua com indústrias com uma limitada e tímida postura inovadora.

FormaçãoNa educação, o estudo ressalta que Recife lidera os indicadores no estado, mas o nível de escolaridade e a qualidade do ensino fundamental ainda são baixos, situando-se em patamares inferiores a outros municípios brasileiros tomados como referência. Já nas universidades, Pernambuco está entre as dez melhores do Brasil, ocupando o 7º lugar no ranking dos estados brasileiros, mas distante das posições no ranking dos centros universitários do Sul e Sudeste.

São gargalos como esses que o estudo do CGEE procurou identificar a fim de recomendar ações gerais para sua neutralização. A publicação assinalou a necessidade de ampliar a escolaridade e aprendizagem com investimentos em larga escala que melhorem a qualidade do ensino. A qualificação profissional também entrou em pauta, por meio de programas de melhoramento de pessoal que ampliem a empregabilidade da população, podendo assim atender às demandas de cadeias produtivas mais dinâmicas.

José Bertotti afirma que o estudo já está orientando o processo de constituição de comitês gestores para cada segmento produtivo, com a participação de centros de pesquisa e ensino e do poder público. O secretário cita os parques tecnológicos municipais reconhecidos mundialmente como um meio de implementar as recomendações do CGEE. “O estudo nos orienta para que o desenvolvimento em curso não se transforme em um crescimento sazonal, e sim num desenvolvimento sustentável com inovação e adensamento de cadeias”, completa Bertotti.

Fonte: Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (Cgee)

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